Artigo Anais do EBI - Encontro Brasileiro de Ictiologia

ANAIS de Evento

ISBN: 978-65-5222-033-2

DIFERENÇA ENTRE AS DIETAS DO TAMBAQUI (COLOSSOMA MACROPOMUM, CUVIER, 1816) E PIRAPITINGA (PIARACTUS BRACHYPOMUS, CUVIER, 1818) EM UM RESERVATÓRIO AMAZÔNICO

Palavra-chaves: , , , , Pôster (PO) AT 01 - Ecologia e Conservação
"2025-02-12 10:36:07" // app/Providers/../Base/Publico/Artigo/resources/show_includes/info_artigo.blade.php
App\Base\Administrativo\Model\Artigo {#1843 // app/Providers/../Base/Publico/Artigo/resources/show_includes/info_artigo.blade.php
  #connection: "mysql"
  +table: "artigo"
  #primaryKey: "id"
  #keyType: "int"
  +incrementing: true
  #with: []
  #withCount: []
  +preventsLazyLoading: false
  #perPage: 15
  +exists: true
  +wasRecentlyCreated: false
  #escapeWhenCastingToString: false
  #attributes: array:35 [
    "id" => 119835
    "edicao_id" => 384
    "trabalho_id" => 325
    "inscrito_id" => 262
    "titulo" => "DIFERENÇA ENTRE AS DIETAS DO TAMBAQUI (COLOSSOMA MACROPOMUM, CUVIER, 1816) E PIRAPITINGA (PIARACTUS BRACHYPOMUS, CUVIER, 1818) EM UM RESERVATÓRIO AMAZÔNICO"
    "resumo" => "O tambaqui (Colossoma macropomum) e a pirapitinga (Piaractus brachypomus) são naturais da bacia Amazônica e classificados como onívoros. Ambos exploram recursos das várzeas se alimentando principalmente de frutas, sementes, folhas e microcrustáceos. Avaliamos a variação espaço-temporal da dieta do tambaqui e pirapitinga e se suas dietas eram divergentes na área de montante da UHE Jirau, na Amazônia. Amostramos 1.040 espécimes (520 de cada espécie) entre 2010-2024, considerando os ciclos hidrológicos e a diferença entre tributários e o rio Madeira. A dieta foi analisada a partir do volume de itens alimentares, agrupados em dez categorias. Utilizamos a PERMANOVA para avaliar as diferenças entre os volumes alimentares das duas espécies, entre tributários e rio principal e entre os ciclos hidrológicos. Fizemos uma NMDS para visualizar os agrupamentos. Encontramos diferenças significativas na dieta entre as espécies (R² = 0,236; p = 0,001) e entre os ciclos hidrológicos (R² = 0,013; p = 0,001), com a dieta variando dependendo da espécie e ciclo hidrológico (R² = 0,008; p = 0,001). As diferenças nas dietas entre os tambaquis e pirapitingas também variaram dependendo se eram amostrados em tributários ou no rio Madeira (R² = 0,005; p = 0,002). A NMDS mostrou que a pirapitinga consome mais material vegetal e invertebrados aquáticos, mantendo uma dieta mais constante ao longo dos ciclos hidrológicos. Em contraste, o tambaqui exibiu maior diversidade alimentar, com variações conforme o período hidrológico. O consumo de material vegetal, insetos e invertebrados aquáticos aumentou nas cheias, enquanto detritos se associaram à vazante. O consumo de crustáceos e algas foi constante entre os ciclos. Colossoma macropomum teve dieta mais variada no Rio Madeira, próxima a detritos e algas, enquanto Piaractus brachypomus, nos tributários, associou-se à peixes, insetos e aracnídeos. Assim, o tambaqui e pirapitinga possuem dietas divergentes, com variações entre ciclos hidrológicos e os ambientes."
    "modalidade" => "Pôster (PO)"
    "area_tematica" => "AT 01 - Ecologia e Conservação"
    "palavra_chave" => ", , , , "
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO__EV205_MD4_ID262_TB325_05102024190617.pdf"
    "created_at" => "2025-02-13 11:08:16"
    "updated_at" => null
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "MAISA CARVALHO VIEIRA"
    "autor_nome_curto" => "MAISA VIEIRA"
    "autor_email" => "vieiramaisa@hotmail.com"
    "autor_ies" => "UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS (UEG)"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-do-ebi---encontro-brasileiro-de-ictiologia"
    "edicao_nome" => "Anais do EBI - Encontro Brasileiro de Ictiologia"
    "edicao_evento" => "XXV ENCONTRO BRASILEIRO DE ICTIOLOGIA"
    "edicao_ano" => 2025
    "edicao_pasta" => "anais/ebi/2025"
    "edicao_logo" => null
    "edicao_capa" => "67b49e4d8c758_18022025115053.png"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2025-02-12 10:36:07"
    "publicacao_id" => 116
    "publicacao_nome" => "Revista EBI"
    "publicacao_codigo" => "978-65-5222-033-2"
    "tipo_codigo_id" => 2
    "tipo_codigo_nome" => "ISBN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #original: array:35 [
    "id" => 119835
    "edicao_id" => 384
    "trabalho_id" => 325
    "inscrito_id" => 262
    "titulo" => "DIFERENÇA ENTRE AS DIETAS DO TAMBAQUI (COLOSSOMA MACROPOMUM, CUVIER, 1816) E PIRAPITINGA (PIARACTUS BRACHYPOMUS, CUVIER, 1818) EM UM RESERVATÓRIO AMAZÔNICO"
    "resumo" => "O tambaqui (Colossoma macropomum) e a pirapitinga (Piaractus brachypomus) são naturais da bacia Amazônica e classificados como onívoros. Ambos exploram recursos das várzeas se alimentando principalmente de frutas, sementes, folhas e microcrustáceos. Avaliamos a variação espaço-temporal da dieta do tambaqui e pirapitinga e se suas dietas eram divergentes na área de montante da UHE Jirau, na Amazônia. Amostramos 1.040 espécimes (520 de cada espécie) entre 2010-2024, considerando os ciclos hidrológicos e a diferença entre tributários e o rio Madeira. A dieta foi analisada a partir do volume de itens alimentares, agrupados em dez categorias. Utilizamos a PERMANOVA para avaliar as diferenças entre os volumes alimentares das duas espécies, entre tributários e rio principal e entre os ciclos hidrológicos. Fizemos uma NMDS para visualizar os agrupamentos. Encontramos diferenças significativas na dieta entre as espécies (R² = 0,236; p = 0,001) e entre os ciclos hidrológicos (R² = 0,013; p = 0,001), com a dieta variando dependendo da espécie e ciclo hidrológico (R² = 0,008; p = 0,001). As diferenças nas dietas entre os tambaquis e pirapitingas também variaram dependendo se eram amostrados em tributários ou no rio Madeira (R² = 0,005; p = 0,002). A NMDS mostrou que a pirapitinga consome mais material vegetal e invertebrados aquáticos, mantendo uma dieta mais constante ao longo dos ciclos hidrológicos. Em contraste, o tambaqui exibiu maior diversidade alimentar, com variações conforme o período hidrológico. O consumo de material vegetal, insetos e invertebrados aquáticos aumentou nas cheias, enquanto detritos se associaram à vazante. O consumo de crustáceos e algas foi constante entre os ciclos. Colossoma macropomum teve dieta mais variada no Rio Madeira, próxima a detritos e algas, enquanto Piaractus brachypomus, nos tributários, associou-se à peixes, insetos e aracnídeos. Assim, o tambaqui e pirapitinga possuem dietas divergentes, com variações entre ciclos hidrológicos e os ambientes."
    "modalidade" => "Pôster (PO)"
    "area_tematica" => "AT 01 - Ecologia e Conservação"
    "palavra_chave" => ", , , , "
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO__EV205_MD4_ID262_TB325_05102024190617.pdf"
    "created_at" => "2025-02-13 11:08:16"
    "updated_at" => null
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "MAISA CARVALHO VIEIRA"
    "autor_nome_curto" => "MAISA VIEIRA"
    "autor_email" => "vieiramaisa@hotmail.com"
    "autor_ies" => "UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS (UEG)"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-do-ebi---encontro-brasileiro-de-ictiologia"
    "edicao_nome" => "Anais do EBI - Encontro Brasileiro de Ictiologia"
    "edicao_evento" => "XXV ENCONTRO BRASILEIRO DE ICTIOLOGIA"
    "edicao_ano" => 2025
    "edicao_pasta" => "anais/ebi/2025"
    "edicao_logo" => null
    "edicao_capa" => "67b49e4d8c758_18022025115053.png"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2025-02-12 10:36:07"
    "publicacao_id" => 116
    "publicacao_nome" => "Revista EBI"
    "publicacao_codigo" => "978-65-5222-033-2"
    "tipo_codigo_id" => 2
    "tipo_codigo_nome" => "ISBN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #changes: []
  #casts: array:14 [
    "id" => "integer"
    "edicao_id" => "integer"
    "trabalho_id" => "integer"
    "inscrito_id" => "integer"
    "titulo" => "string"
    "resumo" => "string"
    "modalidade" => "string"
    "area_tematica" => "string"
    "palavra_chave" => "string"
    "idioma" => "string"
    "arquivo" => "string"
    "created_at" => "datetime"
    "updated_at" => "datetime"
    "ativo" => "boolean"
  ]
  #classCastCache: []
  #attributeCastCache: []
  #dates: []
  #dateFormat: null
  #appends: []
  #dispatchesEvents: []
  #observables: []
  #relations: []
  #touches: []
  +timestamps: false
  #hidden: []
  #visible: []
  +fillable: array:13 [
    0 => "edicao_id"
    1 => "trabalho_id"
    2 => "inscrito_id"
    3 => "titulo"
    4 => "resumo"
    5 => "modalidade"
    6 => "area_tematica"
    7 => "palavra_chave"
    8 => "idioma"
    9 => "arquivo"
    10 => "created_at"
    11 => "updated_at"
    12 => "ativo"
  ]
  #guarded: array:1 [
    0 => "*"
  ]
}
Publicado em 12 de fevereiro de 2025

Resumo

O tambaqui (Colossoma macropomum) e a pirapitinga (Piaractus brachypomus) são naturais da bacia Amazônica e classificados como onívoros. Ambos exploram recursos das várzeas se alimentando principalmente de frutas, sementes, folhas e microcrustáceos. Avaliamos a variação espaço-temporal da dieta do tambaqui e pirapitinga e se suas dietas eram divergentes na área de montante da UHE Jirau, na Amazônia. Amostramos 1.040 espécimes (520 de cada espécie) entre 2010-2024, considerando os ciclos hidrológicos e a diferença entre tributários e o rio Madeira. A dieta foi analisada a partir do volume de itens alimentares, agrupados em dez categorias. Utilizamos a PERMANOVA para avaliar as diferenças entre os volumes alimentares das duas espécies, entre tributários e rio principal e entre os ciclos hidrológicos. Fizemos uma NMDS para visualizar os agrupamentos. Encontramos diferenças significativas na dieta entre as espécies (R² = 0,236; p = 0,001) e entre os ciclos hidrológicos (R² = 0,013; p = 0,001), com a dieta variando dependendo da espécie e ciclo hidrológico (R² = 0,008; p = 0,001). As diferenças nas dietas entre os tambaquis e pirapitingas também variaram dependendo se eram amostrados em tributários ou no rio Madeira (R² = 0,005; p = 0,002). A NMDS mostrou que a pirapitinga consome mais material vegetal e invertebrados aquáticos, mantendo uma dieta mais constante ao longo dos ciclos hidrológicos. Em contraste, o tambaqui exibiu maior diversidade alimentar, com variações conforme o período hidrológico. O consumo de material vegetal, insetos e invertebrados aquáticos aumentou nas cheias, enquanto detritos se associaram à vazante. O consumo de crustáceos e algas foi constante entre os ciclos. Colossoma macropomum teve dieta mais variada no Rio Madeira, próxima a detritos e algas, enquanto Piaractus brachypomus, nos tributários, associou-se à peixes, insetos e aracnídeos. Assim, o tambaqui e pirapitinga possuem dietas divergentes, com variações entre ciclos hidrológicos e os ambientes.

Compartilhe:

Visualização do Artigo


Deixe um comentário

Precisamos validar o formulário.