Artigo Anais do EBI - Encontro Brasileiro de Ictiologia

ANAIS de Evento

ISBN: 978-65-5222-033-2

DISTRIBUIÇÃO ESPAÇO-SAZONAL DE LARVAS DE PROCHILODONTIDAE NO RIO TAPAJÓS, AMAZÔNIA, BRASIL

Palavra-chaves: , , , , Pôster (PO) AT 01 - Ecologia e Conservação
"2025-02-12 10:36:07" // app/Providers/../Base/Publico/Artigo/resources/show_includes/info_artigo.blade.php
App\Base\Administrativo\Model\Artigo {#1843 // app/Providers/../Base/Publico/Artigo/resources/show_includes/info_artigo.blade.php
  #connection: "mysql"
  +table: "artigo"
  #primaryKey: "id"
  #keyType: "int"
  +incrementing: true
  #with: []
  #withCount: []
  +preventsLazyLoading: false
  #perPage: 15
  +exists: true
  +wasRecentlyCreated: false
  #escapeWhenCastingToString: false
  #attributes: array:35 [
    "id" => 120199
    "edicao_id" => 384
    "trabalho_id" => 715
    "inscrito_id" => 322
    "titulo" => "DISTRIBUIÇÃO ESPAÇO-SAZONAL DE LARVAS DE PROCHILODONTIDAE NO RIO TAPAJÓS, AMAZÔNIA, BRASIL"
    "resumo" => "Os peixes da família Prochilodontidae são amplamente distribuídos nos sistemas fluviais da bacia amazônica, desempenham papel crucial na regulação ecológica, no fornecimento de alimento e possuem destaque na pesca artesanal. Apesar da relevância na prestação de serviços ecossistêmicos, pouco se conhece sobre a ecologia de larvas de proquilodontídeos, sobretudo no rio Tapajós, onde as espécies enfrentam ameaças como pesca excessiva e diversos impactos ambientais. Assim, este estudo avalia a distribuição espaço-sazonal de larvas de Prochilodontidae capturadas com rede de plâncton em arrastos horizontais no trecho médio e baixo do rio Tapajós (~350 km), durante as quatro fases do ciclo hidrológico local (seca, enchente, cheia e vazante) no período de 2021 a 2022. Um total de 417 larvas de Prochilodontidae foi capturado, divididas em três espécies: Prochilodus nigricans, Semaprochilodus insignis e Semaprochilodus taeniurus. Os locais de corredeiras apresentaram maior abundância de larvas recém-eclodidas (vitelinas), enquanto larvas em primeira alimentação exógena (pré-flexão) e em transformação (flexão) foram mais abundantes em áreas com ilhas aluviais e no trecho baixo do rio, respectivamente. O período de menor nível fluviométrico (seca) contribuiu com os maiores valores de captura de larvas, inclusive em estágios iniciais de desenvolvimento. No entanto, as larvas em estágios mais avançados só ocorreram durante as fases de enchente e cheia. Esses resultados indicam um gradiente longitudinal de distribuição espaço-sazonal em relação aos estágios de desenvolvimento larval, seguindo o fluxo descendente de dispersão ao longo do rio e em fases crescentes do pulso hidrológico local. Portanto, a reprodução de Prochilodontidae no rio Tapajós está associada a ambientes hidrodinâmicos e heterogêneos durante o mês de novembro (seca), demonstrando que a preservação do fluxo livre do rio é importante para manter a dispersão e populações viáveis de Prochilodontidae. Essas informações podem subsidiar programas de manejo voltados à conservação da ictiofauna na região."
    "modalidade" => "Pôster (PO)"
    "area_tematica" => "AT 01 - Ecologia e Conservação"
    "palavra_chave" => ", , , , "
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO__EV205_MD4_ID322_TB715_18102024175541.pdf"
    "created_at" => "2025-02-13 11:08:16"
    "updated_at" => null
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "LUCAS SILVA DE OLIVEIRA"
    "autor_nome_curto" => "Lucas Oliveira"
    "autor_email" => "lucasmdcpa@gmail.com"
    "autor_ies" => "UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ (UFPA)"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-do-ebi---encontro-brasileiro-de-ictiologia"
    "edicao_nome" => "Anais do EBI - Encontro Brasileiro de Ictiologia"
    "edicao_evento" => "XXV ENCONTRO BRASILEIRO DE ICTIOLOGIA"
    "edicao_ano" => 2025
    "edicao_pasta" => "anais/ebi/2025"
    "edicao_logo" => null
    "edicao_capa" => "67b49e4d8c758_18022025115053.png"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2025-02-12 10:36:07"
    "publicacao_id" => 116
    "publicacao_nome" => "Revista EBI"
    "publicacao_codigo" => "978-65-5222-033-2"
    "tipo_codigo_id" => 2
    "tipo_codigo_nome" => "ISBN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #original: array:35 [
    "id" => 120199
    "edicao_id" => 384
    "trabalho_id" => 715
    "inscrito_id" => 322
    "titulo" => "DISTRIBUIÇÃO ESPAÇO-SAZONAL DE LARVAS DE PROCHILODONTIDAE NO RIO TAPAJÓS, AMAZÔNIA, BRASIL"
    "resumo" => "Os peixes da família Prochilodontidae são amplamente distribuídos nos sistemas fluviais da bacia amazônica, desempenham papel crucial na regulação ecológica, no fornecimento de alimento e possuem destaque na pesca artesanal. Apesar da relevância na prestação de serviços ecossistêmicos, pouco se conhece sobre a ecologia de larvas de proquilodontídeos, sobretudo no rio Tapajós, onde as espécies enfrentam ameaças como pesca excessiva e diversos impactos ambientais. Assim, este estudo avalia a distribuição espaço-sazonal de larvas de Prochilodontidae capturadas com rede de plâncton em arrastos horizontais no trecho médio e baixo do rio Tapajós (~350 km), durante as quatro fases do ciclo hidrológico local (seca, enchente, cheia e vazante) no período de 2021 a 2022. Um total de 417 larvas de Prochilodontidae foi capturado, divididas em três espécies: Prochilodus nigricans, Semaprochilodus insignis e Semaprochilodus taeniurus. Os locais de corredeiras apresentaram maior abundância de larvas recém-eclodidas (vitelinas), enquanto larvas em primeira alimentação exógena (pré-flexão) e em transformação (flexão) foram mais abundantes em áreas com ilhas aluviais e no trecho baixo do rio, respectivamente. O período de menor nível fluviométrico (seca) contribuiu com os maiores valores de captura de larvas, inclusive em estágios iniciais de desenvolvimento. No entanto, as larvas em estágios mais avançados só ocorreram durante as fases de enchente e cheia. Esses resultados indicam um gradiente longitudinal de distribuição espaço-sazonal em relação aos estágios de desenvolvimento larval, seguindo o fluxo descendente de dispersão ao longo do rio e em fases crescentes do pulso hidrológico local. Portanto, a reprodução de Prochilodontidae no rio Tapajós está associada a ambientes hidrodinâmicos e heterogêneos durante o mês de novembro (seca), demonstrando que a preservação do fluxo livre do rio é importante para manter a dispersão e populações viáveis de Prochilodontidae. Essas informações podem subsidiar programas de manejo voltados à conservação da ictiofauna na região."
    "modalidade" => "Pôster (PO)"
    "area_tematica" => "AT 01 - Ecologia e Conservação"
    "palavra_chave" => ", , , , "
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO__EV205_MD4_ID322_TB715_18102024175541.pdf"
    "created_at" => "2025-02-13 11:08:16"
    "updated_at" => null
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "LUCAS SILVA DE OLIVEIRA"
    "autor_nome_curto" => "Lucas Oliveira"
    "autor_email" => "lucasmdcpa@gmail.com"
    "autor_ies" => "UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ (UFPA)"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-do-ebi---encontro-brasileiro-de-ictiologia"
    "edicao_nome" => "Anais do EBI - Encontro Brasileiro de Ictiologia"
    "edicao_evento" => "XXV ENCONTRO BRASILEIRO DE ICTIOLOGIA"
    "edicao_ano" => 2025
    "edicao_pasta" => "anais/ebi/2025"
    "edicao_logo" => null
    "edicao_capa" => "67b49e4d8c758_18022025115053.png"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2025-02-12 10:36:07"
    "publicacao_id" => 116
    "publicacao_nome" => "Revista EBI"
    "publicacao_codigo" => "978-65-5222-033-2"
    "tipo_codigo_id" => 2
    "tipo_codigo_nome" => "ISBN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #changes: []
  #casts: array:14 [
    "id" => "integer"
    "edicao_id" => "integer"
    "trabalho_id" => "integer"
    "inscrito_id" => "integer"
    "titulo" => "string"
    "resumo" => "string"
    "modalidade" => "string"
    "area_tematica" => "string"
    "palavra_chave" => "string"
    "idioma" => "string"
    "arquivo" => "string"
    "created_at" => "datetime"
    "updated_at" => "datetime"
    "ativo" => "boolean"
  ]
  #classCastCache: []
  #attributeCastCache: []
  #dates: []
  #dateFormat: null
  #appends: []
  #dispatchesEvents: []
  #observables: []
  #relations: []
  #touches: []
  +timestamps: false
  #hidden: []
  #visible: []
  +fillable: array:13 [
    0 => "edicao_id"
    1 => "trabalho_id"
    2 => "inscrito_id"
    3 => "titulo"
    4 => "resumo"
    5 => "modalidade"
    6 => "area_tematica"
    7 => "palavra_chave"
    8 => "idioma"
    9 => "arquivo"
    10 => "created_at"
    11 => "updated_at"
    12 => "ativo"
  ]
  #guarded: array:1 [
    0 => "*"
  ]
}
Publicado em 12 de fevereiro de 2025

Resumo

Os peixes da família Prochilodontidae são amplamente distribuídos nos sistemas fluviais da bacia amazônica, desempenham papel crucial na regulação ecológica, no fornecimento de alimento e possuem destaque na pesca artesanal. Apesar da relevância na prestação de serviços ecossistêmicos, pouco se conhece sobre a ecologia de larvas de proquilodontídeos, sobretudo no rio Tapajós, onde as espécies enfrentam ameaças como pesca excessiva e diversos impactos ambientais. Assim, este estudo avalia a distribuição espaço-sazonal de larvas de Prochilodontidae capturadas com rede de plâncton em arrastos horizontais no trecho médio e baixo do rio Tapajós (~350 km), durante as quatro fases do ciclo hidrológico local (seca, enchente, cheia e vazante) no período de 2021 a 2022. Um total de 417 larvas de Prochilodontidae foi capturado, divididas em três espécies: Prochilodus nigricans, Semaprochilodus insignis e Semaprochilodus taeniurus. Os locais de corredeiras apresentaram maior abundância de larvas recém-eclodidas (vitelinas), enquanto larvas em primeira alimentação exógena (pré-flexão) e em transformação (flexão) foram mais abundantes em áreas com ilhas aluviais e no trecho baixo do rio, respectivamente. O período de menor nível fluviométrico (seca) contribuiu com os maiores valores de captura de larvas, inclusive em estágios iniciais de desenvolvimento. No entanto, as larvas em estágios mais avançados só ocorreram durante as fases de enchente e cheia. Esses resultados indicam um gradiente longitudinal de distribuição espaço-sazonal em relação aos estágios de desenvolvimento larval, seguindo o fluxo descendente de dispersão ao longo do rio e em fases crescentes do pulso hidrológico local. Portanto, a reprodução de Prochilodontidae no rio Tapajós está associada a ambientes hidrodinâmicos e heterogêneos durante o mês de novembro (seca), demonstrando que a preservação do fluxo livre do rio é importante para manter a dispersão e populações viáveis de Prochilodontidae. Essas informações podem subsidiar programas de manejo voltados à conservação da ictiofauna na região.

Compartilhe:

Visualização do Artigo


Deixe um comentário

Precisamos validar o formulário.